15/08/2003 Ã s 13:40
Talvez meu maior prolema ao ir assistir o terceiro filme da série O Exterminador do Futuro é que eu sempre levei os dois primeiros filmes muito a sério. A história desenvolvida é fantástica, uma ficção científica das mais brilhantes e colocadas na tela com maestria.
Bom, daí eu vi que o T3 ia estrear. A primeira coisa que pensei: “Mas como?!”
Pra quem não se lembra ou não viu, no final do segundo filme, a Skynet, o super computador que atacaria a humanidade, havia, aparentemente, sido destruído.
Então fui ao cinema com essa pergunta na cabeça e esperando uma resposta brilhante, assim como todas as outras dadas pelos outros filmes. Ledo engano. Não há nenhuma explicação plausível para que a Skynet ainda exista, ou os exterminadores e até menos para a surpreendente importãncia da personagem de Claire Danes, Kate Brewster. Eles até tentam explicar, mas não convencem ninguém que leve a história a sério.
Mas, se você não levar a história a sério, você também não vai achar o filme grande coisa. Por quê? As seqüências de ação não ‘colam’. São forçadas demais e, pela falta de carisma dos personagens e de criatividade de quem escreveu a história, acabam empolgando bem menos. Pra mim, parte dessa culpa é de Matrix, pois depois dos dois filmes da série, todo filme de ação acaba forçando a barra para tentar ser tão impressionante quanto as brigas de Neo e seus amigos. Não sei se estou sendo preciosista mas aquele caminhão que sai arrastando uma rua inteira é um pouco forçado demais.
Mas, pra mim, cinema sempre vale a pena de se ir assistir, mesmo quando seja pra falar mal.




