09/12/2008 às 14:42
Acabo de falar com Luís Paulo Rosemberg, vice-presidente de marketing do Corinthians.
Ele estava chegando do Rio de Janeiro.
Eufórico!
“Pode anunciar que eu duvido muito de que o Ronaldo Fenômeno não vá assinar com a gente nas próximas horas. Faltam só alguns detalhes…”
“Você enlouqueceu de vez?”, pergunto.
“Ele quer a Copa do Mundo de 2010. Se quisesse só dinheiro iria para o Manchester City ou para o mundo árabe, onde as ofertas são estratosféricas. Se quisesse só gozar a vida, ficaria no Flamengo, com as maravilhas do Rio. Mas está disposto a abrir mão de grana e de mostrar que quer voltar para valer. E conosco, pode escrever. Sim, aqui tem um bando de loucos, mas, repito, pode escrever”.
“E como pagar?”, repergunto.
“Vou dar participação nos calções, hipótese só plausível com ele, nas mangas, em eventuais amistosos e, convenha, com o anúncio da vinda dele fica mais fácil conseguir patrocinadores para tudo isso. E se ele voltar a jogar 30% do que já jogou, será de novo o melhor do país na posição.”
Desligo, incrédulo.
Antes, ouço nova demonstração de euforia: “Pode escrever, pode escrever, tenho um nome a zelar.”
O difícil agora é esperar até 2009.




