O blog Não Gosto de Plágio está sendo processado pela editora Landmark pelas acusações de plágio feitas contra ela nas obras “Persuasão”, de Jane Austen, e “O morro dos ventos uivantes”, de Emily Brontë, publicadas em 2007. Além de uma indenização por danos morais, a editora ainda quer o blog fora do ar, o que torna tudo muito pior. Pedido esse que, aliás, já foi negado pela Justiça.
Como mostra esse post do Prosa Online, que contém mais informações sobre o caso, o advogado da editora dá uma bela desculpa para o processo mas não explica as semelhanças de tradução apontas pelo blog. Curioso, não?
update: e com este chegamos à marca de 2000 posts deste modesto blog.
O blog Resenha6 escreveu o post abaixo sobre o péssimo atendimento de um tal “Boteco São Bento”. O resultado foi o dono do bar aparecer nos comentários atacando no melhor estilo baixaria os donos do blog, coisas do nível “Felizmente não precisamos de clientes do seu perfil” pra baixo.
Como essa estratégia não foi bem-recebida pelos leitores, o próximo passo foi soltar uma notificação extra-judicial, basicamente ameaçando de processo o blog, caso não retire em 24 horas o post.
Pois bem; acho que advogados também merecem ganhar seu dinheiro, então sugiro que a advogada do Boteco São Bento tenha bastante trabalho. Minha proposta: TODOS, digo TODOS os blogs devem publicar o MESMO post. Assim ela terá que enviar notificação para TODO MUNDO. Ou fechar a Internet.
Aqui minha contribuição. Aguardo a notificação.
Depois da Faixa de Gaza e do Acre, este é o pior lugar do mundo para você ir com os amigos. Caro, petiscos sem graça e, principalmente, garçons ultra-power-mega chatos: você toma dois dedos do seu chopp, quente e azedo que nem xoxota nos tempos dos vikings, eles já colocam outro na mesa. E se você recusa, eles ainda ficam putos. Só tulipadas diárias no rabo para justificar tamanha simpatia no atendimento.
Trabalho numa empresa que há algum tempo resolveu colocar um content filter, no firewall. Já que não me consideram capaz de dicernir o que devo ou não ver durante o expediente, colocaram um programinha pra fazer isso. Ou seja, me consideram um imbecil. Tá, tudo bem, imbecil talvez seja uma palavra um pouco forte. Mas, no mínimo, me tratam com se eu fosse uma criança.
Trabalho numa empresa que não paga hora extra. E por que ela não paga hora extra? Por que não controlam hora. E por que não controlam as horas trabalhadas? Por que o meu cargo é um “cargo de responsabilidade”. Ou seja, eu não tenho hora pra entrar ou pra sair e, sim, responsabilidades que devem ser atendidas. Ou seja, na hora de me pagar, me consideram um cara bem responsável.
Isso é mesmo irônico ou eu entendi algo errado?
Devo dizer, porém, que concordo em certas limitações no acesso à internet dos funcionário de uma grande empresa. Bloquear downloads de mp3 e alguns domínios, como private.com, parecem ser boas idéias.
Porém, a brilhante idéia dos caras aqui foi pegar algumas palavras, por exemplo, ‘nu’, ‘bunda’, ‘lolita’, ‘comendo’ e dar um peso pra elas. A cada página que eu visito, o firewall faz uma conta, com o peso dessas palavras, e, se o site atingir um valor estabelecido, bloqueiam. Resultado, não consigo acessar o Megazona.
É óbvio que páginas que contém conteúdo impróprio serão bloqueadas. Mas é óbvio também que muita coisa que não tem nada a ver também será bloqueada. Mas qual o problema, né? É apenas um funcionário querendo ver uma página que não tem nada a ver com o trabalho dele. Posso estar sendo apenas chato, mas essa postura é, no mínimo, irritante. Além de, sim, tratar o funcionário como um imbecil.
Ah, e eles só não pagam hora extra, por que se tivesse registro de horas, todo mundo ia receber hora extra e eles, prejuízo.
Mas até achei muito bacana a idéia do cargo de responsabilidade. Até que me deram um “puxão de orelha” por ter chegado atrasado num dia que eu não tinha nada pra fazer.